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Seja uma Compra, uma Construção do 0, ou uma Reforma, quando pensamos em Construção Civil nosso bolso já começa a doer imaginando quanto pode custar.

Apesar de serem inúmeros os modelos de precificação para uma construção, devemos ficar atentos pois todos estes são enviesados em opiniões pessoais dos responsáveis pelas construções, e não necessariamente refletem o real custo de uma construção.

Para esclarecer, uma construção jamais será barata, porém como essa é fruto de uma série de decisões tomadas, é possível tomar um conjunto de decisões que otimizam o custo, fazendo com que o resultado final continue sendo incrível, como no clássico caso da Casa Vila Matilde, ou dos nossos projetos.

Portanto se você está pensando em construir continue lendo e você irá aprender:

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Modelos de Precificação

 

Dos modelos de de precificação atuais, os principais são o CUB (Custo Unitário Básico), e o SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), ambos certificados por legislação federal.

Ambos os modelos apontam para a diferença de custos por estado, porém, o SINAPI é de responsabilidade da Caixa e do IBGE, sendo utilizado para orçamento de obras feitas com dinheiro público, e o CUB é a média ponderada de uma amostra de obras realizadas pela SINDUSCOM (Sindicato da Indústria da Construção) de cada estado.

Ainda, ambos os modelos possuem segmentação entre construções residenciais e comerciais, mas se tratam apenas de construções novas, se você deseja saber mais sobre reformas, Se inscreva em nosso correio para receber artigos exclusivos, ou entre em contato e nós te ajudaremos.

Uma dica importante já neste momento é ficar atento a natureza dos dois modelos. Em nenhum dos casos, as análises de custo são absolutas, o que significa que, são feitas Amostragens, então das poucas construções que declaram 100% de seus custos, apenas algumas são escolhidas para que sejam realizadas essas médias. O que faz com que os profissionais responsáveis pelo planejamento destas construções sejam escolhidos aleatoriamente, excluindo dessa conta os melhores profissionais, capazes de otimizar os custos e realizar as melhores obras.

Tabela de Custos – 2018

 

E Quanto são os valores por m² indicados então? Bem, como os dois modelos são divididos entre estados, adotaremos o custos para construção nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, que são respectivamente os maiores valores.

O Sinapi atualizado em Março de 2018 indica o custo de 1.126,22 R$ por m² de construção

SINAPI 2018

1.128,26 R$/m²

Já o CUB possui uma maior segmentação de categorias, sendo dividido tanto em Residências Unifamiliares e Edifícios com várias unidades, quanto em Padrões Baixo Normal e Fino, e é aqui que aparecem vários segredos que podem te fazer perder muito dinheiro e que continuamos a falar no próximo capítulo.

Vamos lembrar que neste momento estamos utilizando os valores liberados para o CUB ao final de 2017.

CUB – SP

Padrão Baixo

1.216,10 R$/m²

CUB – SP

Padrão Medio

1.497,99 R$/m²

CUB – SP

Padrão Alto

1.794,55 R$/m²

O Que inclui estas médias?

 

Aqui começamos com o problemas desses modelos, principalmente com relação a dois pontos, sendo as etapas da construção que não estão incluídas nessas bases de cálculo mesmo sendo partes essenciais de qualquer obra, e também com relação a definições equivocadas quanto às diferenças entre padrões baixo médio e fino.

Começamos com o que não se refere esses modelos de custo. Por definição, esses modelos dizem respeito apenas a área construída, por definição, apenas as áreas internas cobertas, o que significa que ele não inclui as áreas externas e de lazer, parte vital de uma casa moderna, e portanto, também não inclui piscinas, que são uma exceção à regra e devem ser consideradas como área construída.

Outras etapas essenciais e que podem ter um alto custo são as etapas de preparação e Terraplanagem, e ainda assim a parte de fundações, que podem representar até 15% do orçamento em condições comuns.

Por fim, o custo que muitos não estão esperando e é sempre um susto é o custo dos Muros do terreno, quando calculados a uma base de 250,00 r$ o metro quadrado podem chegar a uma cifra muito representativa.

 

Isso ninguém te conta

 

Enquanto no último parágrafo ainda podemos compreender que os itens que não entram nos modelos de precificação são pontos que podem apresentar um custo muito variado conforme condições específicas de cada lote, aqui temos o ponto mais controverso: As definições de padrões baixo, médio e fino

Novamente, o maior problema com essas definições é que os cálculos são feitos a base de amostragem, sem uma clara definição do que caracteriza cada padrão, e tudo indica que fica a mercê dos gostos de quem escolhe as obras para essa amostragem, e a partir disso vem todo tipo de discrepância; Telhado aparente em casas de padrão médio com piso de Mármore e Telhado aparente contra padrão fino de laje impermeabilizada e piso de porcelanatos simples. Casas populares de padrão “baixo” com caixilhos complexos de madeira e vedações em tijolo cerâmico contra padrão “médio” com janelas de ferro e vedações de bloco de concreto.

Fora todo tipo de inconsistências presentes, ainda podemos perceber que há obras que incluem os gastos com móveis planejados, e casos em que está incluso, e até mesmo casos que excluem o custo de projeto.

O Que podemos tirar disso? Muito embora haja uma montanha de discrepâncias observadas, ainda há certa consistência nos custos finais, que pode vir de uma série de fatores, mas acreditamos que os números se mantenham constantes pelo simples fato de que ninguém possui um orçamento ilimitado, e o Teto de gastos é sempre parecido, fazendo que mesmo um modelo de precificação falho apresente resultados parecidos.

A Grande lição que devemos tirar é que para o uso mais eficiente de seu orçamento, é vital procurar um profissional que não apenas saiba compor um projeto, utilizando de materiais simples para criar obras incríveis e acima de tudo funcionais, como também saiba tramitar entre os fornecedores e parceiros para otimizar ao máximo os custos e prazos.

Como uma Arquitetura Eficiente pode multiplicar o poder do seu orçamento

 

O Campo da Construção Civil é comumente atribuído como o mais defasado frente aos avanços tecnológicos atuais, e a partir desta análise podemos assumir que não há uma maneira de dizer exatamente quanto custa uma obra.

Felizmente, o que não faltam são empresas inovadoras dispostas a reverter este cenário, sendo essa uma das principais estratégias sob a qual fundamos a DRVO. Quanto a questão de orçamentos e sistemas de precificação, nossa principal estratégia é justamente a da educação, tanto do público em geral para que este tenha consciência e não cair em ilusões de mal-intencionados, quanto dos profissionais que não devem acreditar cegamente em sistemas falhos.

Nós praticamos uma Arquitetura de Alta Eficiência, para que além de otimizar o custos de uma obra, esta propicie um espaço em que sua vida pode acontecer com alta eficiência, resultando em edifícios capazes de tornar nossa sociedade sustentável. E agora que estamos entregando nossas primeiras obras, estamos ansiosos para divulgar os custos baixíssimos que conseguimos em obras que segundo os modelos apresentados poderiam ser consideradas de padrão superior, então esse artigo ainda terá muitas continuações, se você quiser receber nossos artigos e informações de qualidade exclusivas, entre em nossa lista!

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